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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Minha heraldica
Descrição Heráldica:
Esquartelado: I - de ouro, com uma águia estendida de negro; II - de azul, M e A de ouro de devoção a Santa Maria coroados com um coronel de nobreza; III - Florêncio: de azul, com três rosas de prata postas em contraroquete abotoadas de vermelho; IV - Oliveira (com alteração de esmaltes): de ouro, com uma oliveira de verde e frutada do campo, arrancada de prata; sobre as linhas das partições, uma cruzeta de vermelho carregada com doze flores-de-lis de ouro; sobre-o-todo: escudete de prata carregado com a Cruz de Azul da Milícia de Santa Maria; elmo de prata a 3/4, tauxeado e gradeado de ouro e forrado de vermelho; virol e paquifes de ouro forrados de negro; timbre: águia de negro aberta, coroada e sancada de ouro que carrega no peito uma rosa heráldica de prata dos Florêncios; correias de negro perfiladas de ouro, tachões, fivela e ponteiras do mesmo; listel com o mote da Milícia de Santa Maria em caracteres negros.
Descrição pessoal dos símbolos: I- A águia, meu símbolo pessoal, o símbolo de tantos reis e imperadores, dos grandes impérios, símbolo do amor pelas coisas do alto. Lembra os altos voos na espiritualidade e na ciência, mesmo sabendo que nossa pequenez não nos permite. Recorda também o reavivamento, sempre doloroso, com perdas, com dor, mais que no final voltamos com mais força e garbo superando tudo que era incomodo e não favorecia a nossa existência . II- O Azul do campo é fruto da piedade popular cearense, que atribui o azul a Virgem Maria, penso que a quase em todos as partes do mundo os Católicos tem essa ligação do Azul com a Beatíssima Virgem Maria. Lembro da minha infância, das primeiras atividades de apostolado, no mês de março saíamos nas casas, rezando a novena de Nossa Senhora com um pequenina imagem da Virgem, lembro muito bem da alegria em que as famílias tinham em receber em sua casa aquele momento de oração, alegria que tinham em partilhar conosco o pouco que tinham, com os cafés após a novena. Era um tempo bonito de intensa vivencia do sagrado na pureza da minha Infância. Sob o campo azul esta o monograma mariano em Ouro, essa simbologia já remota a minha juventude, principalmente a Consagração à Cristo Rei pelas mãos da Virgem Maria, a santa escravidão por amor. Maria é Rainha-Mãe, a Mãe do Verbo, medianeira entre nós e seu Filho, por isso o monograma é marcado com o ouro: o ouro da realeza. Mais é Rainha por que foi serva, é a Ancila Domine.(Escrava do Senhor) É a que faz tudo conforme a Vontade do Senhor. III- As três flores, Florêncio quer dizer "das flores", é essa a simbologia do sobrenome: três rosas heráldicas de prata. 3 esse numero místico, o numero Trindade, as três rosas de prata além de lembrar meu sobrenome, me lembram a Trindade Santa, mistério principal da Fé Católica, que com amor eu professo. IV- A Oliveira, sinceramente nunca fui muito dado a esse meu sobrenome, sempre gostei de Florêncio, sempre tive como minha marca pessoal, que herdei de minha mãe, a coragem dela sua força e disposição em criar os filhos. Mais a simbologia do nome Oliveira é muito bonita, uma oliveira arrancada sobre um campo de ouro. É de notar que está Oliveira mesmo arrancada continua vicejante e frutífera, toda “frutada de ouro”, essa arvore representa o homem, pra mim, mesmo muitas vezes arrancado do solo que lhe da segurança e alimento, ele continua vivo e frutuoso, por que sua vida não vem do solo material, mais sim de Deus, que lhe dá vida, mesmo nos ambientes mais inóspitos o salva, muitas vezes daquela terra contaminada que lhe apodrece e lhe seca a seiva que o torna vicejante.
No Abismo ou coração do escudo se encontra um escude com uma cruz. Essa Cruz é muito especial pra mim por diversos fatores. Primeiro por ser a Cruz da Militia Sanctae Mariae, que é uma Associação de Fieis, com matriz mariana e cavalheiresca, da qual sou postulante. Segundo pela significado desta cruz, é chamada de cruz ancorada, tem como que um ancora em cada uma de suas pontas, formando oito pontas, as 8 bem-aventuranças evangélicas, que marcam a vida do cristão; e é uma cruz azul, se referindo a piedade mariana no calvário, Maria que ficou junto ao seu filho até o fim, perseverou até o fim com Ele, um exemplo gritante nos nossos dias em que a todo momento somos tentados a trair a Cristo.
Desta Cruz se parte outra cruzeta vermelha, os quatro cantos do mundo, por onde se espalhou o evangelho de Cristo e que se deve espalhar cada dia mais, a atitude missionária é urgente em nossos dias. Esse caminho é vermelho, por que é caminho de martírio, banhado já com o sangue de tantos mártires, de tantos que deram a vida por amor ao Senhor. Nessa Cruzeta figuram sobre o campo, 12 flores-de-lis, três em cada lado, representando os 12 apóstolos que levaram o evangelho aos confins do mundo, quer por eles, quer por sua sucessão apostólica. Os pastores da Igreja, nossos país, aos quais com reverencia inclino minha cabeça e me subtemo as sua autoridade apostólica.
Nosso timbre águia coroada com a flor do nome Florêncio. É um resumo disso tudo. Águia que recorda o que eu sou e também o que quero ser e a flor de prata, a pureza da fé professo que é UNA, a beleza de meus antepassados, nordestinos que sofreram nesse chão, trabalhando na terra, sobrevivendo a secas e demais mazelas deste chão, mais que nunca perderam a esperança em Nosso Senhor.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Da imaginação pueril ao individualismo do mini adulto.
Eu como criança vivi em um mundo de fantasia, tudo era mágico e belo. Tinha um monte de amigos, que se reuniam na minha casa quase diariamente. Temos ainda hoje um quintal bem amplo, cheio de arvores, lugar ideal para as nossas traquinações. Não foram poucas as vezes que revivíamos a descoberta do Brasil e tantos outros momentos históricos em meio a mangueiras e cajueiros.
Armados de varas e pistolas d’água guerreávamos uns conta ou outros, o que quase sempre acabava com um briga de verdade. Lembro bem de uma vez que meu primo ofendeu o meu irmão falando de nossa mãe, o famoso FDP em nossos dias, eu fiquei mais que furioso e fomos às vias de fato, no outro dia estava tudo normal. E sempre foi assim, brincávamos, brigávamos e voltávamos a ser amigos, como se nada tivesse acontecido. Mais além de nossas guerras fantasiosas e de tantas outras traquinagens, tínhamos um companheirismo impressionante, a preocupação quando alguém ficava doente ou se machucava de verdade, o senso de partilha também era bem arraigado, um subia no cajueiro e jogava os cajus para os que estavam em baixo, outro se aventurava em roubar mangas no terreno vizinho e partilhava com os outros. Éramos muito felizes, não tínhamos dinheiro nem brinquedos caros, mas viajamos o mundo todo, pela Europa com seus castelos medievais, pelas savanas africanas lutando com leões e elefantes e pela ficção americana, principalmente no velho oeste. Bons tempos àqueles que tanto contribuíram para a formação da minha personalidade.
Olhando para as nossas crianças eu temo como elas serão,pois são crianças onde impera o individualismo da internet e do videogame, o egoísmo que não partilha mais quer tudo para si e a falta de imaginação que dói em meu coração. Crianças que olham para paus, caixas e um monte de parafernálias e veem apenas aquilo. Para nós isso seria um festa, um castelo era construído imediatamente ou um poderoso forte de guerra que impedia que qualquer exercito chegasse até nós. Onde iremos parar assim?
Digo-lhes que chegaremos a um homem seco, sabemos bem que a formação da personalidade humana se dá na infância, teremos apenas esses sintomas agravados na adolescência e um jovem com uma grave falta de dinamismo para sair das situações que a vida lhe impõe, que terá uma tendência a depressão, por que não terá mais tanta facilidade de lidar com os próprios problemas, pois a sua imaginação não foi bem desenvolvida. Uma pessoa fechada em si mesma, egoísta e com dificuldades na socialização.
Façamos algo por nossas crianças, tiremos elas da frente da internet, da TV, do videogame e entreguemos a elas as armas da imaginação, a companhia dos amigos, a pureza de ser criança e lhe tiremos dos ombros o fardo de serem adultos em miniatura.
Sui Generis: a contribuições de um louco para as diversas reflexões atuais.
Olá caro leitor!
Sou Wenison Florêncio, um louco em busca da verdade, que quer dividir essa busca com você caro leitor por meio deste blog.
O dicionário eletrônico Houaiss de língua portuguesa, define a locução adjetiva Sui Generis com o seguinte: “sem semelhança com nenhum outro, único no seu gênero; original, peculiar, singular”. Ao pensar em criar um blog, foi a primeira palavra que me veio a mente, a originalidade que pretendemos, únicos, por que trataremos não de uma temática especifica como a Fé, a ciência, a política, etc. , mais colaborar com a reflexão em todos estes temas e tantos outros que irão surgindo, queremos poder falar sem amarras e que o blog seja um espaço de debate saudável, critico e fraterno.
Esperamos que nosso blog seja útil a alguém.
Wenison Florêncio de Oliveira
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